quarta-feira, 27 de maio de 2015

No consultório...

Capítulo 9

Finalmente deu certo de Melissa ir na consulta com o Dr. Jorge. Passaram-se cerca de cinco dias desde a primeira tentativa, e nesse ínterim, Melissa teve algumas crises de dor de cabeça, e também em um de seus pesadelos frequentes, gritou por Sabrina em um e em outro pela mãe. Alberto ficou preocupado, ainda mais que sempre soube que a esposa passava por problemas, mas sempre achou que podia contornar a situação, mas ultimamente a esposa parecia pior. E também "Sabrina", quem seria? Mas, como ele não era de ficar pensando muito, achou que tudo se resolveria na consulta, aliás, isso seria o início...
Assim que adentrou a clínica, Melissa observou que era um lugar muito bonito e de bom gosto. Logo pensou, de fato esse doutor Jorge deve ser um homem muito refinado. Mas, foco, estou aqui para que seja resolvido meu problema, seja ele qual for. Boa tarde, tenho consulta marcada com o Dr. Jorge Mendes. Ah sim, você deve ser a senhora Melissa Ramos. Aguarde somente um pouco, que o doutor já irá atendê-la.
Passados cerca de cinco minutos, finalmente o doutor mandou que ela entrasse.
Olá, sou o doutor Jorge, em que poderia ajudar tão formosa moça? Boa tarde, doutor, meu nome é Melissa e sofro de constantes crises de dor de cabeça. Certo. Há quanto tempo, sente essas dores? Doutor, muito tempo já, acho que desde a adolescência. Hmmm, e nunca procurou antes um especialista? Ah, vou confessar que não sou muito de ir a médicos e também sempre acreditei que isso iria passar com o tempo. Certo. Você mencionou dores de cabeça: qual a frequência destas? Aproveitando o ensejo, são somente estes os sintomas que sente? Ah, doutor, para dizer a verdade, essas dores não tem uma frequência definidida, aparecem do nada. E também, tenho tido uns pesadelos estranhos ultimamente. No último que tive, sonhei que estava me afogando...brrr, temo só de me lembrar disto. Ok, dona Melissa. Não, doutor, por favor, me chame somente pelo nome. Está bem. Melissa, sendo a primeira consulta ainda não tenho ideia do que se trata, mas tenho certeza que ao longo do tratamento, descobriremos e trataremos do seu problema. O que você me diz? Certo, doutor, mesmo que seja a primeira consulta, o senhor já me inspirou confiança. Ok, marcarei mais uma consulta então. Até mais, doutor Jorge. Até a próxima consulta, então, Melissa.
Naquela noite, mais tarde....

Amor, como foi a consulta? Ah, Alberto, ainda está cedo, por ser a primeira consulta, mas acredito que com o tempo, tudo dará certo e eu ficarei bem. Claro, meu amor, tomara que sim. Agora, que tal, deixarmos de conversa e ir lá em cima descansar um pouco? Descansar, você diz? Estou mais para exercícios físicos, do que propriamente descanso, se é que você me entende. Haha, vamos lá então. A propósito, esqueci de mencionar, a secretária ligou desmarcando a consulta de amanhã, pois o doutor terá que viajar por alguns dias. Ah, sim. E outra coisa, ela mandou lembranças. Ah, que gentil da parte dela. Ah, como é mesmo o nome dela? Ah sim, Sabrina.

domingo, 24 de maio de 2015

Hummm....Sabrina...

Capítulo 8

Abraçando a amiga, Melissa, estava toda sorridente. Afinal, não a via fazia dias. Ops, ou será que não eram só dois dias? Enfim, isso não importava naquele momento. Mas, Sah, sua vaca, por onde andava? Não havíamos marcado de nos encontrar na academia? Ué, não marcamos nada. E aliás, não fui na academia esses dias. Eu estava fazendo exercícios com um personal trainer lindo e muito do talentoso. Ah, sei bem que tipos de exercícios eram esses que você estava fazendo. Apesar que você com esse corpão todo aí, nem precisa muito de exercícios...Ah, bondade sua, Mel, você que é toda gostosa e tal. E aliás, que tal irmos agora àquela academia? Tem um novo instrutor lá que é simplesmente um arraso! Ué, e você ainda diz que não foi à academia, mas está sempre por dentro das coisas, hein? Ah, você sabe como é, é preciso sempre estarmos atentas a novas oportunidades, não é? Mas, que estranho, aparentemente, eu estava a caminho de algum lugar, mas deixa para lá, não vou lembrar mesmo, então bora para a academia. E aliás, não me culpe se o instrutor não tirar os olhos de mim, viu? Kkkk, essa sim é a Mel que eu conheço, gostosona e convencida! Ah, deixa de conversa e vamos logo, sua vaca. Entra no carro aí.
Partiram então para a academia. Lá, Melissa observou bem o instrutor todo novinho, musculoso, bonitão. Realmente, um espetáculo daqueles. Era realmente um arraso, como a Sah dissera. Ô, lá em casa, hein? Notou que ele a observava muito, mas como ele tinha que cuidar de várias alunas, obviamente não podia lhe dar a atenção que queria. Hmm, ah, por favor, moço, poderia me ajudar neste aparelho aqui? Com todo prazer. Enquanto isso, observava como Sabrina a olhava com inveja, mas conhecendo a amiga, sabia que apesar de ficar mordida, ela não ficaria com raiva dela por muito tempo, pois provavelmente ou daria um jeito por si própria de conquistar aquele homem, ou até mesmo daria em cima de outro. Dito e feito, observou enquanto em instantes a amiga se aproximava de um aluno da academia e lhe entregava furtivamente um bilhete. Ah, danada, não perde uma chance mesmo, nunca!
Sentindo um arrepio, pareceu-lhe que estava sendo observada, mas depois achou que era só imaginação. De qualquer forma, depois da academia, resolveram que iriam ao shopping, mas estranhamente Melissa não estava muito a fim de compras. Sentadas em uma mesa da praça de alimentação, comentou com a amiga que ultimamente sentia dores de cabeça intensas, mas que não devia ser nada. Ah, Mel, não se preocupe, você é uma pessoa forte e jovem, não há mesmo de ser nada, mas de qualquer forma, por que você não procura um médico, só por precaução. Engraçado, pera aí, acabei-me de lembrar. Já ouviu falar do doutor Jorge Mendes? Dizem que é um médico recém chegado e que seria muito bom. Fora que o danado é bonitão e de família rica. Imagina só que partidão seria, hein? Ah, você é uma peste, mesmo, Sabrina. Você não se casa, mas a mim sempre está tentando arranjar marido. Mas, sei lá, pensando bem, por que não procurar o tal médico. Mas, não pense que é por ele ser bonitão e rico, não, fique sabendo. Haha, nem estou falando naaaadaaa, hahaha.
Depois de despedirem-se, Melissa seguiu para sua casa, e Sabrina para a sua. Fez tudo como o combinado? Com certeza, você me conhece, sabe como sou profissional. Falando nisso, que tal você me pagar um jantar, estou varada de fome. Hmm, seria uma ótima pedida...Sabrina...

domingo, 17 de maio de 2015

Sabrina?

Capítulo 7

Ainda refazendo-se do susto do pesadelo e agora sendo confrontada por ambos, marido e filho, Melissa também se perguntava interiormente como aquele bilhete surgira ali. Por fim, disse pro filho que não sabia de tal bilhete, nem como ele fora parar ali, e foi para o banheiro se recompor.
Lavando o rosto, por um breve instante, veio-lhe à mente uma lembrança suprimida, mas que logo se desvaneceu... De repente, sentiu novamente uma forte pontada na cabeça, tão forte que sentiu como se fosse perder os sentidos. Ai! De novo essa dor maldita!
Estranhamente, a dor passara logo e ela foi para o quarto confrontar o marido sobre o tal bilhete. Mas que bilhete seria esse? E, Jorge? Não me lembro de conhecer nenhum Jorge, que estranho...Ah, amor, realmente não sei que bilhete é esse e nem conheço tal sujeito. Jorge, é isso? Que estranho, não me lembro desse nome, juro. Ah, amor, tudo bem, não se preocupe. O Marinho me passou o bilhete e quando li, vi que se trata de um tal Dr. Jorge Mendes. Provavelmente, em mais uma de suas crises, alguém te entregou um cartão e você não se lembra. Vamos, se acalme. Você sabe que sempre soube de suas crises e o que mais quero é te ajudar. Vamos apoiar a mamãe, certo, filhão? É isso aí, pai, pode contar comigo! Ó, meus dois amores. Ah, agora estou me lembrando, mamãe já tinha comentado sobre esse doutor, então, acho que ela mesma me entregou o bilhete. Bom, quem sabe, ele possa me ajudar. Deixe-me ver cá o bilhete.
De fato, Melissa ligou para a clínica do Dr. Jorge e acabou marcando uma consulta naquele dia para as duas da tarde.
Quando seguia para lá, durante o trajeto mais uma vez outra crise de dor de cabeça. Ai, que dor maldita! Droga, e agora para onde eu estava indo mesmo? Ué, acho que estou ficando esclerosada, e nem passei dos dezoito ainda. Onde andará aquela vaca da Sabrina? O duro que ela nunca me passa o telefone dela, assim fica dificil achar a criatura!
De repente, ao virar em uma esquina, ela avistou uma pessoa conhecida. Ah, finalmente, encontro aquela vaca! Estacionando o carro, saiu rapidamente e gritou toda eufórica: Sabrina, sua vaca! Por onde você andava? faz dias que estou te procurando e não te encontro nunca. Virando-se para ela, a linda moça sorriu em sua direção.

quarta-feira, 15 de abril de 2015

O bilhete...

Capítulo 6

Naquela noite, depois de descarregar a tensão com o maridão, Melissa pegou no sono, e teve um sonho estranho, meio que do passado: viu-se no sonho com seus treze anos de idade, e ela estava no baile do colégio, usando um vestido branco florido e dançando com um garoto muito bonito. Hmm, que gatinho. Enquanto dançavam, o garoto teimava em descer demais a sua mão, mas ela foi firme e por fim, deu-lhe um forte pisão no pé. Num ímpeto, com raiva, o garoto puxou-lhe o vestido, e de repente, viu-se no meio da festa, completamente nua! Às lágrimas, tentou-se esconder para se proteger e esconder sua nudez, mas o garoto a segurou fortemente, e não a deixava escapar. Pedia por socorro, mas ninguém a acudia, os meninos a olhando com desejo, as meninas rindo jocosamente, e até mesmo os professores aparentemente estavam adorando a situação...
Do nada, irrompeu no meio da multidão um garoto forte e atlético, e deu uma voadora, derrubando o par de Melissa. O que caíra, ao levantar-se, tentou ainda tentou esmurrar seu atacante, mas levou um belo golpe de esquerda que o levou instantaneamente à lona. O menino cavalheiro, então, tirou seu casaco e vestiu-a, protegendo-a. Está tudo bem com você? Sim, só me deixa ir embora daqui, quero morrer! Nunca me senti tão humilhada na minha vida inteira...Sob os olhares de todos, conduziu-a um canto seguro, longe dali.
Olhando o rosto do garoto, achou-o familiar, de alguma forma. Hein, desculpa, acabei nem agradecendo pelo que você fez. Falando isso, qual o seu nome?. Ora, só fiz aquilo que é certo. E a propósito, meu nome é Jorge.
À menção do nome, Sabrina acordou subitamente gritando por socorro. Que foi, amor? Mais um pesadelo? Sim, é que tive um pesadelo horrível, e por algum motivo, estou morrendo de medo de alguma coisa, só não sei o que é. Ah, não fique assim, venha cá, se aconchegue em meus braços. A propósito, sei que este não é o momento, mas quando você gritou, disse antes o nome “Jorge”. É alguém que você conhece? Oh, desculpe, não fique assim, devia ter esperado para perguntar quando estivesse mais calma...
Ao ouvir a confusão, Marinho bateu na porta dos pais, perguntando se estava tudo bem com a mãe. Ah, sim, filho, já está tudo bem com a mamãe, sim. O papai estava aqui e já está me confortando. Dormiu bem, meu anjo? Sim, sim, mamãe. Dormi muito bem sim. Ah, eu tava no banheiro, e vi este bilhete aqui perto da sua calça e li escrito o nome Jorge. Quem é esse Jorge, mamãe?

segunda-feira, 13 de abril de 2015

Marinho e Bruno

Capítulo 5

Chegando na casa da mãe com Marinho junto, a avó já foi abraçando e beijando o neto. Puxa, mas faz tempo que vocês não vêm aqui, hein? Ou o maridão não está te dando sossego, hein? Mesmo, depois de tantos anos, esse fogo todo...Caham, mamãe, então, é a vida corrida, a senhora sabe. Mas, me conta aí, como estão as coisas por aqui? Ah, o de sempre, sabe como é, quando é se viúva jovem como eu; sempre há pretendentes, mas meu negócio é só namorar mesmo. Ah, mamãe, você não tem jeito. Ah, Marinho, não quer ir lá fora, brincar com o Bruno? Oba. Daí, por algum tempo, só se ouvia lá fora o garoto e o adorável cão, saltitando serelepes.
Mas, falando sério, mamãe, tem me dado fortes crises de dores de cabeça, e às vezes, percebo que até parece que apago, sei lá, estranho isso. Mas, o que os médicos dizem? Ah, nem sei, fui em uns dois neurologistas, mas ambos disseram a mesma coisa: “tudo normal com a senhora”. Até fico preocupada com que seja um aneurisma ou algo assim. Credo, vira essa boca pra lá, filha, você vai ver, não vai ser nada de mais. Falando nisso, uma vizinha falou de um médico novo na praça, bonitão e bem apanhado. Como era o nome mesmo? Ah, espera, deixa ver o cartão que ela me trouxe. Achei, olha, Dr. Jorge Mendes.
No exato instante que ouviu o nome “Jorge”, Melissa sobressaltou-se, mas logo recobrou-se. Ah, mamãe, deixa pra lá, mas o que importa mesmo é que vim ver a senhora depois de um tempão, não é? E você reclama que não apareço aqui, mas também não vai pra lá...Ah, filha, depois que seu pai se foi, por um tempão não tinha ânimo pra nada, somente pensava em ficar em casa, cuidando das minhas coisas, do Bruno...enfim, a questão é que também ando ocupada por aqui, embora não aparente. Sei, sei, mamãe, o que é que a senhora anda aprontando, hein? Pode me contar, ande! Tem a ver com um namorado novo? Oxe, filha enxerida, não é nada disso, como sou costureira, esses dias andei juntando trapos e fiapos e fiz umas roupas para ajudar a vender aqui no bairro. Por esses tempos, está tendo uma feira beneficente aqui. Se quiser, podemos ir lá, para você conhecer...Ah, mãe, fica pra outra hora, eu já devo voltar, mas prometo que neste domingo volto com filho e marido a tiracolo. Tá bom, então, mas se prometeu, terá que cumprir, hein? Tenho saudades também do meu genro querido. Olha que fico com ciúmes, mamãe! Pára, filha, que isso, ha ha ha.
Vem filho, dar um beijo na sua avó que já vamos. Mamãe, vovó, o Bruno não pode ir passear lá em casa? Ah, não, Marinho, pois senão a vovó vai ficar sozinha. Assim que voltar aqui, você brinca mais com seu parceiro de folguedos, está bem? Oba! Agora, venha aqui e dê cá um beijão na vó. Ah, minha coisa querida! 
Tchau, filha, se cuida, e você também, Marinho! Tchau, mãe, se cuida, e daqui a poucos dias, voltamos, o trio. Rum! Mas, é pra voltar, mesmo. Beijo, filha, amo vocês.
Enquanto o carro sumia no horizonte, a senhora pensava: será que Melissa ainda pensa na Sabrina?...

quinta-feira, 9 de abril de 2015

Hummm

Capítulo 4

Sabrina, sua melhor amiga, mesma idade, temperamentos parecidos. Solteiríssima, nunca parava com namorados. O lance era só pegar e curtir mesmo. Até namorou um tempinho, mas durou o quê, três semanas? Nem sabia direito. Mas, enfim, era uma garota linda, alto astral, e sempre sorridente. E um corpão moldado por horas em academia. Top das tops mesmo. Até proposta de casamento ela já recebera, mas nenhum carinha lhe chamou a atenção, mesmo que sua conta bancária ou carro fossem agradáveis. Enfim.
Na academia, procurou, procurou e nem sinal de Sabrina. Onde será que aquela vaca estaria a essas horas? Saindo de lá, foi a um lanchonete ali perto e avistou um gatinho dando sopa. Hummm.
Pediu um suco e um sanduba natural, e em instantes o carinha veio a sua mesa. Olá, posso me sentar por aqui? Estou esperando minha amiga, mas não vejo problemas em que você se sente.
Conversaram bastante e ela gostou do papo mas depois de um tempo ela se entediou. O cara até é gatinho, mas é meio chato, só fala dele mesmo. Que tédiooooo".
"Ao final de tudo sabia nome, profissão, hobbies, absolutamente tudo do rapaz. Mas sobre si, nadica, não iria se dar a este trabalho, ainda mais que agora o interesse inicial havia sumido. Telefone então, nem pensar.
Saindo dali, passou por perto de uma construção vazia e por um momento lhe pareceu familiar... enfim, deu de ombros e foi pro shopping gastar e também ver se achava a perua da Sabrina.

Quando saiu de lá, uma forte dor de cabeça, daquelas... Ué, o que eu vim fazer no shopping?? Vixe, ando tão avoada que nem reparei que vim gastar...putz, já tá na hora de ir pra escola buscar meu pestinha. E depois, acho que vou pra casa da mamãe, bateu aquela saudade..."

Diário...

Capítulo  3


Marinho saíra para a escola e Alberto pro trabalho, enquanto Melissa havia voltado para a cama. Deitada languida e preguiçosamente, pegou um espelho na penteadeira ao lado e admirou seus belos olhos cor de mel. Levantando-se, procurou pelo espelho em tamanho natural e pôs-se a admirar seu belo corpo. Nem parece que tenho 31 anos, tenho o corpo em forma, ainda mais belo que quando eu tinha meus 18 anos...Não é à toa que sempre sou admirada nas ruas e também, ah como sou cantada. Se o Alberto soubesse...
De repente observou que seu diário encontrava-se aberto ali perto e quando foi pegar, observou que no dia anterior havia menção a festas e uma tal de Sabrina...Mas, quem é Sabrina? Será que Alberto pegou meu diário e resolveu brincar comigo, inventando essa história? Mas, espere, se for assim, mas por que ele escolheria o nome Sabrina? Já sei, deve ser aquela nova estagiária lá da empresa (e ela é tão jovem, grrrr). Com certeza a vagabunda deve estar dando em cima dele, ou até mesmo já saído juntos, e de alguma forma, ele quis homenageá-la. Ah, filho da puta, quando ele chegar em casa, vou me entender direitinho com ele.

De repente, sentiu uma forte dor de cabeça e abaixou-se gemendo baixinho. Ah, essa dor já faz um tempo que está me incomodando, droga. Já recuperada, Melissa percebeu que estava novamente naquela casa estranha, mas deu de ombros. Ao olhar em seu relógio de pulso, levantou-se subitamente e saiu à procura de Sabrina, que àquela hora deveria estar na academia...